
Apesar das origens incertas, o que conta a lenda é que o Toque, como é chamado (e significa touca em francês), surgiu no século XVI no Império Bizantino, quando os fugitivos das invasões “Bárbaras” se refugiavam nos monastérios ortodoxos e se vestiam com seus trajes e chapéus longos e pretos como disfarce. Os cozinheiro que faziam parte desse grupo acabaram por adotar os chapéu dos religiosos também na cozinha, talvez uma homenagem ou talvez por simples medo de serem descobertos, porém a cor que usavam era cinza.
Apenas no século XIX, quando o famosíssimo chef Carême reformulou os trajes dos cozinheiros que o toque virou o Toque Blanche e foi adotado por todas as cozinhas do mundo. Até aqui cada país tinha seu tipo específico de chapéu de cozinha. Com Carême, também, o chapéu começou a representar um nível de hierarquia na cozinha: quanto mais superior for o cozinheiro, mais alto será seu chapéu. Os assistentes usam apenas o bibico, que parece um chapeuzinho de militar com duas pontas, já os grandes chefs usam aqueles bem altos que são, geralmente, descartáveis.

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